19/10/2012

Estudar na Irlanda: Kavanagh College

Atenção – A Kavanagh College encerrou suas operações.

Esta semana tive o prazer de entrevistar dois alunos que tem experiências diferentes aqui na Irlanda. Ambos estudam na Kavanagh College e com 1 ano e 6 meses de experiência eles tem bastante para contar.

Lhes apresento…O ADRIANO e a DANIELLA!

O Adriano é de São Paulo – SP e trabalhava no Brasil como advogado. Considerando a vontade de aprender inglês e buscando novas perspectivas na vida ele decidiu tirar 1 ano para ter uma experiência de vida no exterior. A Daniella também é de São Paulo – SP e depois que se formou em psicologia escolheu estudar fora do Brasil por gostar da língua inglesa e de viagens e por querer conhecer mais do mundo.
O que eles estão achando de estudar e viver por aqui? É só continuar lendo…

Qual é o seu nome e idade?
Adriano Augusto Ayres Rosário, 29 anos.
Daniella Vidal, 24 anos.

Qual o seu curso e escola?
Adriano e Daniella – Estudamos inglês geral na Kavanagh College

Há quanto tempo você está aqui na Irlanda e há quanto tempo estuda na Kavanagh College?
Adriano – Estou na Irlanda e na Kavanagh College por 6 meses.
Daniella – Estou na Irlanda há 1 ano e na Kavanagh College há 1 mês. Antes estudei na Dublin School of English.

Por que você escolheu a Irlanda?
Adriano – Minha primeira opção era ir para Londres, mas com as mudanças de regras na imigração inglesa – o fato de não poder trabalhar, ter de comprovar ter mil libras todos os meses, etc. – fiquei sem condições de ir para lá. Também tive um amigo que morou em Dublin por 3 anos e me deu ótimas recomendações, não me arrependo de ter vindo.
Daniella – Escolhi a Irlanda porque meu primo morou aqui por 3 anos e me falou muito bem do país e do povo, sobre a receptividade das pessoas, a facilidade em viajar, em obter um visto. Eles me deu referencias boas e também escolhi a Irlanda pelo clima, porque eu não gosto de clima quente.

Você escolheu qual agência de intercâmbio? Por quê?
Adriano – Optei pela agência UK Study, uma agência especializada no Reino Unido que também trabalha com a Irlanda com a rede Ready For You. Eles também são conhecidos do meu amigo que morou aqui.
Daniella – Escolhi ter a assessoria do meu primo que é consultor. O nome dele é Alan de Oliveira.

Valeu a pena contratar o serviço de uma agência?
Adriano – Valeu sim. A agência sabe tudo sobre o visto, informações e tudo que me passaram estava dentro do que paguei. A assessoria foi ótima, me responderam todas as dúvidas que tive, e isso foi importante.
Daniella – No meu caso sim, totalmente. Não é o fato de ele ser meu primo, mas ele me deu todo o apoio imaginável e inimaginável. Ele me explicou tudo que eu precisava saber, como por exemplo que as sacolas no mercado não são grátis, que é preciso comprá-las.

Qual o seu objetivo em estudar na Irlanda e na Kavanagh College?
Adriano – Primeiro de tudo é viver fora do Brasil 1 ano longe da família. Então a princípio tinha um objetivo mais pessoal que também inclui viajar, mas depois que cheguei aqui e comecei a estudar, percebi que quero aprender inglês ao máximo e também comecei a ver um objetivo com o lado profissional, talvez algo na área de direito internacional.Acho que para aprender mesmo tem de se ficar uns dois anos por aqui, pois conheço pessoas que voltaram para o Brasil em 6 meses e aprenderam, claro, mas ainda não é bom o suficiente, precisa de mais.

Daniella – Meu objetivo é aprender o idioma porque realmente gosto e também viajar, já que a Irlanda tem ótima acessibilidade dentro da Europa. Vim para cá para estudar inglês mesmo, ter mais independência com a língua, pela vivência e cultura. Aqui a gente aprende a enxergar o mundo de uma outra forma. Aprendemos a conhecer e respeitar novas culturas.

Que tipo de acomodação você escolheu? Como foi a experiência?
Adriano – Escolhi ficar 1 semana em hostel (albergue) e não gostei. Trouxe bastante coisas comigo e fiquei com medo de mexerem nas minhas coisas, ser roubado. Então fui atrás e em 3 dias arrumei um apartamento para morar. Me mudei antes mesmo da minha semana no hostel acabar porque não foi uma boa experiência. Achei os banheiros sujos, a água gelada, não foi legal, até porque o que mais estranhei aqui foi o clima.

Daniella – Optei por ficar em host family (casa de família) e não me arrependo. Apesar da casa ficar em Castleknock, bem longe do centro de Dublin e também por não conhecer ninguém, a minha família foi bem educada embora não tivéssemos entrosamento, até porque eu não falava inglês, mas foi uma boa experiência. Acho importante ter este primeiro contato com irlandeses porque você mantém um certo foco, conhece a Irlanda de outra maneira. Acredito que quando alguém fica em um hostel (albergue) a percepção é outra e o contato com o irlandês permite uma adaptação gradual.

Foi difícil encontrar acomodação depois desta semana?
Daniella – Chorei as duas primeiras semanas que cheguei aqui, foi difícil. No segundo dia de Irlanda eu já queria ir embora e achei que não iria conseguir, foi o choque cultural. Depois tudo se resolveu e apesar de ter dificuldades para encontrar acomodação no começo encontrei o que procurava pelo site do DAFT, na área de sharing. O problema não é encontrar o apartamento, mas nem sempre você combina com as pessoas.

Adriano – Acho que o DAFT às vezes não tem disponibilidade e para a acomodação precisa de um pouco de sorte também. Para mim encontrar um lugar foi fácil porque minha amiga conhecia uma outra amiga que já morava aqui e consegui a vaga na casa dela. Fui visitar o apartamento e gostei e desde então estou lá.

Por que você escolheu a Kavanagh College como sua escola?
Adriano – Escolhi a escola por recomendação da agência. Não pesquisei sobre outras e foi uma boa escolha.

Daniella – Depois de estudar na DSE escolhi renovar meu visto porque percebi que para aprender inglês mesmo, é necessário dois anos, no mínimo, especialmente quando não se tem uma boa base. Na hora de renovar pesquisei cursos e preços em várias escolas e optei pela Kavanagh College pelo preço, que é acessível, pela variedade de nacionalidades e por não ter tantos brasileiros. É uma escola que parece ser séria. A localização também ajudou.

Qual é a sua opinião sobre seu curso?
Daniella – Até agora tenho gostado muito do curso. O Mike, nosso professor, é um excelente profissional. Sinto que é uma escola séria, do tipo que exige bastante do aluno. Há até momentos que ficamos frustrados por querer fazer melhor, mas às vezes é difícil. As aulas são didáticas e o material é Xerox, mas a partir desta semana será um livro. A localização é boa e os métodos de avaliação também. Temos provas todas as sextas-feiras. Eles são bem organizados. Em termos de infra-estrutura a escola supre as necessidades básicas.

Adriano – Com 6 meses de aula tenho boas referências. Tive vários professores e o Mike é excelente, como a Daniella falou. Tive outros professores que até conseguia levar a aula; não eram tão bons mesmo que fossem muito legais, mas não vim para fazer amigos, mas para aprender. O material é Xerox de livros, mas agora será implementado um livro que será seguido.

Qual sua opinião sobre o horário e duração das aulas?
Adriano e Daniella – As aulas são das 9h às 12:10.

Adriano – Acho o horário muito melhor do que era antes. No começo as aulas eram das 9:30h às 12:45 e era muito tarde. Agora tenho mais tempo para aproveitar a tarde, prefiro este novo horário sem dúvidas.

Daniella – Acho o horário ótimo porque não me sinto tão cansada, não é nem muito cedo, nem muito tarde. Na DSE eu estudava 4 horas por dia e há um momento em que há um declínio na atenção. Acho também que é um horário que não interfere para conseguir um trabalho, porque dá para trabalhar a tarde.

Quais são as nacionalidades dos professores na Kavanagh College ?
Adriano e Daniella – São todos irlandeses, de diferentes partes da Irlanda.

Quantos alunos tem na sua sala/curso? Quais são as nacionalidades dos alunos?
Adriano e Daniella – Atualmente por volta de 15.
As nacionalidades incluem Espanha, México, Japão, Alemanha e Brasil.

Há muitos brasileiros na Kavanagh College ?
Adriano – Agora tem por volta de15 ou16, na nossa sala somos 6 ou 7. Quando cheguei aqui, há 6 meses atrás havia por volta de 5 brasileiros e nos níveis avançados, agora há em todos os níveis.

Daniella – Não sei ao certo quantos somos.

O que você acha que a Kavanagh College oferece de diferencial?
Adriano – Pelo que converso com outros brasileiros acredito que o diferencial é o número de brasileiros, o fato de termos provas todas as sextas-feiras (muita gente não tem aula às sextas) estimula o aluno a estudar.

Daniella – O feedback que temos e a avaliação da nossa evolução do inglês através das provas às sextas-feiras. Praticamos todas as semanas listening, grammar, reading, speaking e no meio da semana, writing.

O que você mais gosta e menos gosta na Kavanagh College?
Adriano – O que mais gosto é da variedade de nacionalidades, fiz amigos da Rússia, México, Venezuela, Uruguai, Coréia. E o que eu menos gosto é a falta de material de apoio.

Daniella – Gosto das aulas que são práticas e do professor que interage bastante, faz a gente falar. O método é focado, planejado. O que eu menos gosto é da ventilação, porque as pessoas fecham as janelas e deixam o aquecedor ligado. Eu prefiro ar circulando, fresco.

Você tem alguma sugestão para a melhoria da escola?
Adriano – Acho que é preciso melhorar a biblioteca. Seria interessante ter livro de gramática, de consulta; DVDs e CDs para aprender inglês. Acho que aumentar o número de computadores também seria bom porque só tem dois e se fosse possível também ampliar o banheiro masculino, porque só tem um e o intervalo não é tempo suficiente para todos usarem.

Daniella – Talvez ter uma área externa para socializar, um espaço mais amplo. Ter uma cantina ou uma máquina de snacks seria bom. Se o banheiro fosse maior seria perfeito.

Você gosta de estudar na Kavanagh College?
Adriano – Gosto. Agora estou na reta final pensando no meu período de férias e na minha viagem, mas nunca faltei e não perdi nenhuma aula.

Daniella – Adoro, venho para a escola por prazer, porque gosto.

Como você vê a evolução do seu inglês aqui na Irlanda?
Adriano – Eu já tinha uma base em inglês, mas quando cheguei aqui eu travei. Eu sabia as palavras mas tinha medo e vergonha de falar, hoje converso na boa. No começo também não entendia nada do que os irlandeses falavam, mas depois descobri que até os irlandeses não entendem alguns sotaques daqui. Eu evolui bastante, rompi a barreira da vergonha e hoje tenho muito mais confiança.

Daniella – Quando cheguei aqui não entendia praticamente nada, não conseguia colocar créditos no meu telefone porque não entendia o que a mensagem dizia, hoje entendo bem melhor. Eu também vou ao cinema e tenho prazer em assistir os filmes, sem legenda e também reconheço diferentes sotaques em inglês, algo que no Brasil não tinha percepção.

Você acha que existe diferença entre estudo aqui e no Brasil?
Adriano – comecei a estudar no Brasil na CNA e não tinha paciência, porque tinha muito adolescente que não levava a sério e não vale a pena gastar o dinheiro para estudar duas horas por semana e demorar muito mais tempo para aprender. No Brasil eu saia do curso, entrava no carro e escutava músicas em português; assim demora muito para ter um bom inglês e se gasta muito também. Preferi estudar no exterior para ter contato com nativos, oportunidades de conhecer pessoas de outras partes do mundoe estudar fora do Brasil oferece um melhor custo/benefício.

Daniella – Fiz aulas particulares antes de vir, mas vim basicamente sem saber nada. O pouquíssimo que aprendi me ajudou muito, afinal de contas um é melhor que zero. Mas acho que a diferença é que no Brasil eu tinha uma aula de inglês explicada em português e aqui é tudo em inglês.

O que você acha do contato com outros brasileiros na Irlanda?
Daniella – Depende do tipo do brasileiro. Se ele tem foco ele pode te ajudar, mas depende da ideologia da pessoa. Tenho amigos que são brasileiros com quem só falo em inglês; sim, é muito mais fácil falar em português, mas estou aqui para aprender e tem brasileiro que pode te ajudar a ficar melhor no inglês, assim como tenho amigos brasileiros que são companhias para beber uma cerveja.

Outra coisa importante do contato é que quando você fica doente é o brasileiro que vai te ajudar e te dar as dicas. Não dá para ser ingrato, porque quando precisamos o brasileiro é quem ajuda.  Acho que temos de encontrar o equilíbrio para manter o foco em aprender inglês, evitando falar português, não os brasileiros.

A gente também deposita muito no intercâmbio, achado que só por estar aqui vamos aprender. Se você veio para estudar você tem de estudar mesmo. O inglês não vai cair do céu e você não vai aprender por osmose. Aqui você tem acesso as coisas em inglês, mas isso não significa que você vai voltar para o Brasil falando como um nativo sem se dedicar, isso não existe.

Adriano – Concordo com tudo que a Daniella disse. Quando cheguei tive ajuda de um brasileiro quando tive dificuldades e eu ando sim com brasileiros mas não saio somente com brasileiros, porque quero falar o inglês. Tenho amigos espanhóis que falam só espanhol mesmo quando eu estou junto e eles não se importam se eu entendo ou não, mas quando eu tenho um amigo estrangeiro sempre falo em inglês. Conheço brasileiros que só saem para baladas brasileiras ou lugares onde muitos brasileiros freqüentam e aí fica difícil aprender se você só fala português. Conheci uma pessoa que esteve aqui por dois anos e mesmo assim ainda tem inglês muito fraco, então ter foco é importante.

Na sua opinião pessoal quanto um estudante gasta por mês?
Adriano – Depende muito do perfil da pessoa. Pessoalmente, incluindo compras no mercado, saídas em pubs e com aluguel gasto uma média de €500/€600. Eu divido meu quarto com um polonês, pago €220 de aluguel e não tenho gasto com transporte porque faço tudo a pé, mas acho que com este valor dá para ter uma vida boa. Quando cheguei pensei em alugar um quarto sozinho, mas vi que não tem problema nenhum dividir.

Daniella – Acho que uma média de €600 euros, isto com aluguel e outras necessidades, eu divido meu apartamento com mais três pessoas. Acho que este valor é uma boa média. Para se manter, quando ganhamos em Euro é mais fácil, mas se você precisa de dinheiro do Brasil, aí pode ficar caro.

Muitas pessoas tem medo de não conseguir trabalho. Como esta sendo experiência para você?
Adriano – Eu não fui atrás de emprego porque meu foco aqui é estudar inglês, então me programei para vir estudar sem depender de trabalho. Depois que fizer minha viagem pretendo procurar trabalho para ganhar um dinheiro.

Daniella – Aqui há emprego, mas a gente tem de vir para cá com a cabeça aberta, disposto a pegar serviços mais braçais em pubs, como au pair, cleaner, etc. O nível de inglês também influencia, já que o trabalho de atendente em uma loja ou lavando copos em um pub são diferentes.

Você teve algum problema aqui na Irlanda?
Adriano – Nada aconteceu de sério, mas já teve pessoas que fingiram que iam cuspir em mim ou me bater, mas nada foi feito. Claro que fiquei assustado, mas nada aconteceu, nem se compara com a violência de São Paulo.

Daniella – Até agora não. Acho que ficamos apreensivos em situações diferentes porque estamos em outro país e por sermos estrangeiros achamos que estamos errados na maioria das vezes.

Você sentiu algum preconceito aqui na Irlanda?
Daniella – Ontem fui ao cinema e só havia irlandeses lá, na hora que cheguei todos me olharam, porque eu era diferente. Não sei se é um olhar de admiração ou estranhamento, mas pode causar desconforto. Acho que o pior tipo de preconceito é o do brasileiro que fala mal do Brasil e nem conhece o próprio país. Isso é lamentável.

Adriano – Não acho que as pessoas que mexeram comigo o fizeram por preconceito, mas porque estavam entre amigos e decidiram que queriam zuar com alguém. De modo geral acho que é bem o contrario, sempre que chego em algum lugar e falo que sou brasileiro as pessoas já ficam interessadas e abrem um sorriso. Acho que ajuda.

Você gostaria de dar uma dica ou conselho para quem está vindo para a Irlanda?
Daniella – Estude inglês antes de vir. Se prepare senão você vai ficar muito dependente dos outros para fazer coisas simples.

Adriano – Se você puder se preparar é muito melhor. Saber o inglês melhora o entendimento na classe, no dia-a-dia. Quando cheguei fui colocado no nível upper intermediate, mas na aula senti que não era ara mim, porque meu nível na prova era um, na prática era outro. Pedi para mudar para o intermediate e só depois que me acostumei que fui para o upper de novo.

Quando seu visto e curso acabarem, o que você pretende fazer?
Adriano – Agora vou viajar por 23 dias pela Europa. No final da viagem volto para Dublin e tenho minha passagem de volta para o Brasil em abril, mas hoje eu pretendo renovar meu visto e ficar mais tempo aqui. Quero aproveitar para dar seguimento, pois o momento que tenho para aprender inglês é agora.

Daniella – Se estiver me sentindo confortável ao final do curso quero viajar mais pela Europa. Já conheci Londres, Verona, Trento, Cavalese, Paris, Versalhes, Edimburgo, Amsterdam, Budapeste, Belfast, Galway, mas quero mais. Não pretendo parar de estudar.

Muito obrigada Adriano e Daniella pela disponibilidade e por compartilhar conosco como é estudar e viver na Irlanda. Espero que vocês atinjam seus objetivos e que o inglês de vocês fique cada vez melhor durante esta experiência de vida.

Kavanagh College
23 Marlborough Street
Dublin 1
www.kavanaghcollege.com

Postado por: | Comments (19)

19 Comments »

  1. Ola Pessoal,

    Bacana essa entrevista, me identifiquei bastante….estou embarcando mês que vem….provavelmente dia 15/Nov….ainda nao sei ao certo porque nao comprei a passagem….vou começar a estudar dia 19/Novembro na Delfin….gostaria de saber se alguem está indo pra la nesse mesmo período ou pra mesma escola….outra duvida que tenho é….vou pela Ibéria e consequentemente passarei por Madri…alguem sabe se ainda os brasileiros estão tendo problemas por passar por lá???? No mais é ansiedade pela viagem e pelo frio que dizem que vai estar fazendo ai…..bom pra quem quiser me add no face…pode procurar Thiago Michetti sou de BH….

    Abs!!!!

    Comentário by Thiago Michetti — 19/10/2012 @ 3:36 pm

  2. Olá Thiago,

    Obrigada pelo comentário. Como foi a viagem? Está gostando da Irlanda e de Dublin? Como está a experiência de estudar na Delfin?
    Espero que tudo esteja correndo bem!

    Beijinhos

    Comentário by Tarsila — 07/01/2013 @ 6:35 pm

  3. Oi Tarsila!
    Pois é, estudar fora do Brasil é uma experiência incrível. Não apenas para os jovens de 20 e poucos anos – muita gente mais velha está criando coragem e se lançando em programas de cursos livres, ou de aperfeiçoamento profissional, ou ainda de línguas em uma escola/universidade estrangeira. Eu moro pertinho de você, na Inglaterra e no meu blog http://www.porainainglaterra.blogspot.com.br escrevo sobre tradições e cultura da Inglaterra, passeios e dicas de viagem, curiosidades sobre o estilo de vida e comportamento dos ingleses – tudo isso e muito mais também! Aguardo sua visita! Bj

    Comentário by Claudia — 19/10/2012 @ 10:20 pm

  4. Olá Claudia,

    Adorei o Por aí na Inglaterra, acredito inclusive que podemos trocar mais figuirinhas sobre blogs e países. Adoraria se pudéssemos trocar links. 🙂

    Obrigada pela visita e aguardo seu retorno!

    Beijinhos

    Comentário by Tarsila — 09/01/2013 @ 11:56 am

  5. Seu blog é incrível, só pra registrar 😀
    tenho que decidir até semana que vem a escola que eu vou ficar, pretendo ir depois do carnaval 🙂
    A carlyle institute tá sendo minha opção pelo seu custo benefício. O seu post que fala dela é antigo, eu queria saber se você pode me dar uma opinião mais atualizada a respeito dessa escola. Sobre o ensino, se é realmente bom e também a questão da quantidade de brasileiros nessa escola. e sua opinião a respeito! obrigada desde já!!

    Comentário by Renata — 20/10/2012 @ 5:31 pm

  6. Olá Renata,

    Muito obrigada peo carinho. 🙂
    Vou buscar mais entrevistas com alunos da The Carlyle Institute e quando puder coloco no ar.

    Beijinhos!

    Comentário by Tarsila — 09/01/2013 @ 12:08 pm

  7. Saudade do tempo que a Tarsila passava por aqui e comentava fosse agradecendo ou até mesmo enriquecendo com informações. Ela deve estar bastante ocupada sem tempo…

    Comentário by Douglas — 22/10/2012 @ 12:08 pm

  8. Olá Douglas,

    Obrigada pelo comentário e eu sei que demorei muuuuito, mas estou de volta. Estava realmente sem tempo nenhum nenhum, mas não deixe de comentar viu?

    Beijinhos

    Comentário by Tarsila — 09/01/2013 @ 12:13 pm

  9. essa historia dos irlandeses serem beberroes e briguentos é tudo mentira?

    Comentário by carlos — 25/10/2012 @ 11:53 pm

  10. Olá Carlos,

    Estereótipos surgem por alguma razão e os irlandeses, de modo geral, gostam sim de beber, aliás é uma parte importante da cultura irlandesa. Como em qualquer lugar do mundo é complicado generalizar porque há irlandeses que bebem e há os que não bebem, do mesmo modo há pessoas que são briguentas e outras não, mas de uma forma bem ampla o irlandês não é de ficar arrumando briga.

    Espero ter ajudado!

    Comentário by Tarsila — 09/01/2013 @ 12:54 pm

  11. Olá, Tarcila! Tudo bom?
    Eu gostaria de sugerir entrevista com alunos da escola irish business school dublin – IBSD, que eu ainda não encontrei aqui..
    Assim que puder, ficarei muito grata!!!

    Beijos!

    Comentário by Liliane — 28/10/2012 @ 1:24 am

  12. Olá Liliane,

    Obrigada pelo comentário. Ainda não tenho entrevistas com alunos da Irish Business School Dublin mas vou buscar mais informações e quando tiver coloco no ar!

    Beijinhos

    Comentário by Tarsila — 09/01/2013 @ 1:16 pm

  13. Ola minha querida , sou Charles estou na Irlanda a quase 5 meses, e estou aqui graças seus conselhos do seu magnifico site, “sou seu fã” eu gostaria de participar do seu BLOG e contar um pouco da minha experiencia aqui .. um beijo 🙂 Se ok, escreva me via email. charlesdital2@gmail.com

    Comentário by CHARLES CAMPOS — 28/10/2012 @ 11:17 am

  14. Olá Charles,

    Obrigada pelo comentário. Fico tão feliz em saber que o Vida Na Irlanda o auxiliou e ainda o auxilia pela sua Vida Na Irlanda. Onde você está estudando?

    Beijinhos

    Comentário by Tarsila — 09/01/2013 @ 1:21 pm

  15. OPSSSS , SAIU ERRADO MEU EMAIL O CORRETO É charlesdigital2@gmail.com

    / te aguardo 🙂

    Comentário by CHARLES CAMPOS — 28/10/2012 @ 11:19 am

  16. Muito boa a entrevista, tirou bastante dúvida sobre a Irlanda. Estou querendo ir em 2013 para estudar e trabalhar. O blog é muito bom e tira bastante dúvidas sobre o que é a Irlanda e se vale a pena ou não ir.

    Abraço,

    Comentário by Alan Ribeiro — 30/10/2012 @ 12:15 pm

  17. Olá Alan,

    Obrigada pelo comentário.
    Fico feliz em poder ajudar e aprecio muito sua gentileza!

    Beijinhos

    Comentário by Tarsila — 09/01/2013 @ 1:39 pm

  18. Olá, Tarsila, mais uma vez vou te perturbar. rsrs
    Na verdade, gostaria de saber se você conhece alguém que foi para a Irlanda pela Agência Egali. Pois, estou quase fechando meu programa por eles. Minha dúvida é: no programa as primeiras semanas eles dispõem da Egali house (um ap para os alunos da egali), já li alguns cometários que dizem que ela não é boa. Mas, se você puder me ajudar, me dando dicas sobre essa questão, te agradeço muito!

    Bjks e saiba: vc faz um excelente trabalho com o Vida na Irlanda!!!

    Comentário by Shirley — 20/11/2012 @ 2:44 pm

  19. Olá Shirley,

    Obrigada pelo carinho. 🙂
    Eu já fiz entrevistas com pessoas que viajaram pela Egali veja:
    http://www.vidanairlanda.com/2012/07/estudar-na-irlanda-ibat-college.html
    http://www.vidanairlanda.com/2011/08/estudar-na-irlanda-ned-training-centre.html

    Espero que ajude!

    Comentário by Tarsila — 10/01/2013 @ 2:18 pm

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